
Ele publicitário. Eu jornalista. Nós... sentados em um restaurante, almoçando e curtindo nosso domingo. Ele me escutava... eu falava dos planos, das ideias. Falava da vontade de expor minha opinião de uma forma abusada. Falava da vontade de cutucar, ainda que não significasse nada para os outros, mas para mim seria importante. Talvez, a minha parte estaria sendo feita...
As horas passaram. Conversamos muito! Eu escutava, ele falava. Incentivava meus planos, dava dicas, sugestões para que minhas vontades virassem realidade. Do restaurante seguimos para o Jockey Club. Inesquecível! Enquanto os cavalos corriam e o publicitário ganhava as apostas, meus pensamentos corriam para fecundar a ideia... Quando voltasse para Brasília, criaria um blog. Foi assim a “concepção” do Cutucando.
O publicitário foi o primeiro a ver e ler as coisas do blog. Depois, tive que ampliar o acesso. Alguns amigos, “eternos professores”, leram a primeira bateria de texto. Ih, quantas edições! Minha irmã, advogada, também editava. Para ela, tudo era motivo de virar ação judicial contra mim. Enquanto os primeiros cutucadores se manifestavam, eu buscava especialização, inclusive, sobre “as leis da internet” (que descobrir não existir)...
28 de agosto de 2008. Cutucando o Ponto entrou no ar! E eu entrei em um mundo virtual de satisfação pessoal e profissional. Foram mais de 100 textos publicados neste primeiro ano, inúmeros seguidores e cutucadores. Foram amigos de longe conquistados (especial André e Gabi), foram novas descobertas, novas tendências, novos desafios. E nesse mundo de novidades, a mesma certeza: amo escrever. E é muito mais prazeroso quando não há edições, não há censura, não há estilo, não há regras. O que há é o desejo de dizer algo para alguém... Obrigada a todos!
As horas passaram. Conversamos muito! Eu escutava, ele falava. Incentivava meus planos, dava dicas, sugestões para que minhas vontades virassem realidade. Do restaurante seguimos para o Jockey Club. Inesquecível! Enquanto os cavalos corriam e o publicitário ganhava as apostas, meus pensamentos corriam para fecundar a ideia... Quando voltasse para Brasília, criaria um blog. Foi assim a “concepção” do Cutucando.
O publicitário foi o primeiro a ver e ler as coisas do blog. Depois, tive que ampliar o acesso. Alguns amigos, “eternos professores”, leram a primeira bateria de texto. Ih, quantas edições! Minha irmã, advogada, também editava. Para ela, tudo era motivo de virar ação judicial contra mim. Enquanto os primeiros cutucadores se manifestavam, eu buscava especialização, inclusive, sobre “as leis da internet” (que descobrir não existir)...
28 de agosto de 2008. Cutucando o Ponto entrou no ar! E eu entrei em um mundo virtual de satisfação pessoal e profissional. Foram mais de 100 textos publicados neste primeiro ano, inúmeros seguidores e cutucadores. Foram amigos de longe conquistados (especial André e Gabi), foram novas descobertas, novas tendências, novos desafios. E nesse mundo de novidades, a mesma certeza: amo escrever. E é muito mais prazeroso quando não há edições, não há censura, não há estilo, não há regras. O que há é o desejo de dizer algo para alguém... Obrigada a todos!



